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sábado, 31 de dezembro de 2022

CONHECI O REI PELÉ


                                                                (imagem da internet)


                                                                (imagem da internet)

Conheci o Pelé quando eu tinha 15 anos de idade e ele começou a namorar a Rose. Eu era amiga dela e ia sempre a uma loja de discos onde a Rose trabalhava, no bairro do Gonzaga, em Santos. Acompanhei o começo do namoro dos dois, quando o Pelé estava namorando a Verinha (irmã da Rose) cujo namoro terminou e ele começou a namorar a Rose. Ele passava de Simca (carro que já não existe mais) azul e branco, na rua da loja onde a Rose trabalhava e buzinava pra ela. Eu torci muito pra esse namoro acabar em casamento. 

Eu morava pertinho do Rei, a uma quadra,  no canal 5, Av. Almirante Cóchrane, em Santos.

Muitos anos mais tarde, em Santos, num salão de beleza que ficava na Praça Independência, no bairro do Gonzaga, vi a Rose entrar com a Kelly Cristina, que devia ter uns 3 ou 4 anos. Era uma serelepe...rsrsrs

Bons tempos....

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

BOAS FESTAS



Boas Festas aos meus seguidores e a quem me visita ocasionalmente. Um NATAL com muita alegria e votos de saúde e bem-estar!]

Abraços do Brasil,

Sônia.
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

alguém me explica?


(imagens da internet)



Alguém me explica por que o ser humano tem a sina de limpar e consertar tudo o que suja ou quebra para seguir seu curso na vida?

A todo momento estamos consertando, limpando, ajeitando alguma coisa para que possamos continuar na estrada....

A Escola Gurdjieff, da qual já fiz parte por alguns anos,  explica um pouco isso. 

Mas é certo que só pessoas lesadas, presas a uma cama, com doenças incapacitantes ou loucos varridos estão fora dessa regra. 

Alguém pode comentar o assunto, por favor?

HISTÓRIAS OU KARMA?


                      



As pessoas gostam de histórias. Eu também. É mais interessante do que ler sobre disfarçados textos que no fundo falam de auto-ajuda, dos quais estamos fartos. 

Desde crianças fomos acostumados ao momento encantado quando mães e avós (no meu caso, avó) nos deliciavam com histórias que sempre começavam com Era uma vez...

Mas hoje quero falar de um assunto que não é bem uma história, mas sim, uma "ficha que caiu" nesses dias. É sobre relacionamento kármico. Quer acredite ou não, em toda familia há esse tipo de "enrosco". Às vezes é difíci identificar. Mas com o tempo se percebe. Até porque o karma tem características próprias. 1) pode ser entre duas pessoas, duas famílias, e até dois povos. 2) cria uma simbiose, da qual é difícil escapar, a não ser por uma forte elevação espiritual de ao menos uma das partes, que consiga elaborar de forma transcedental o "nó espiritual". 3) cria armadilhas sedutoras e pesos quase insuportáveis na relação. 4) não oferece saída fácil da situação e o preço a pagar por uma saída tempestuosa é sempre maior do que vivenciar, degrau a degrau, a tarefa com o outro a ser cumprida". 5) dá sinais que em vidas passadas fizemos por merecer essa chance de "acertar" as coisas, subir um ponto na escala espiritual. 6) o fato de se perceber envolvido num karma pessoal não exime a pessoa de se livrar dele facilmente.

Para quem não acredita em nada disso resta pensar que tudo acaba com a morte e não há réstia de vida posterior. seja de que forma for.  Mas aí pra que tanto desperdício de trabalho e matéria prima em criar o mundo e os seres viventes? 

Fica para quem quiser esse desafio. 






sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

por que gostar de ser útil???

Sempre gostei de me sentir útil. Nunca poderia imaginar que isso um dia ia ser não uma qualidade, mas uma característica que poderia me trazer aborrecimento.

Publiquei há anos um provérbio chinês que na época me impressionou pela mensagem que passava aos incautos. Sim, era uma advertência para aqueles que só são felizes sendo úteis a alguém ou a algo que beneficie alguém.


"


“Na região de Chiang-Shih, no estado de Song, há lindas florestas de plátanos, amoreiras e ciprestes. Acontece que, quando atingem dois ou três palmos de altura, algumas dessas árvores são cortadas para servir de poleiros; das que medem quatro ou cinco palmos, há algumas que são cortadas para fazer estacas e, das que chegam aos sete e oito palmos, muitas são serradas para tábuas de caixões. Assim, nenhuma destas chegou ao termo natural da sua vida, nem pôde desfrutar, do alto do seu cume, a imagem do mundo para a qual tinha sido criada e, a meio do seu destino, caiu sob golpes do machado. Este é o perigo de se ser útil...;”

                                                      Ichonang-Tseu

Hoje, passando por um longo período de dor forte devido a  três fraturas seguidas, e como consequência tendo, por um longo período,que me abster de fazer quase tudo o que fazia antes, sinto, além da dor, a insatisfação de não poder ser útil no dia a dia.

Mais uma vez recorro ao sábio conselho de Ichonang-Tseu, já que, na reta final da vida, percebo que sempre tive como lema, "ser útil". No entanto agora, revendo minha vida, só posso agradecer por ter feito tudo o que desejei, não me arrependo de nada, e tudo acabou provando que valeu a pena o sacrifício!!!