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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Tirei o bode da sala










"Tudo é relativo", sábias palavras de Einstein.

Acabamos por nos conformar (não é o mesmo que nos acostumar) a situações inusitadas e difíceis, muitas vezes acompanhadas de dor física, para não falar do efeito no "astral" que nem sempre é dos melhores..

Mas hoje aconteceu algo dentro da situação toda que já trouxe um certo alívio: estou começando a experimentar um andador e larguei as muletas num canto. Bem melhor o andador em vários aspectos. Além de eu ter apoio em 4 pontos ainda posso considerar o meu pé esquerdo o 5o. ponto, fico a uma altura do chão mais confortável, já que com muletas sempre nos sentimos como acrobatas amadores, sujeitos a um tombo do alto, o que seria fatal para minha recuperação. Tenho tido um cuidado extremo para que não leve esse tombo. Com o andador tudo fica mais facilitado e canso menos. 

É bem como a história do bode na sala. A sala (condição atual de vida) continua a mesma, mas tirei o bode e coloquei um animal menos selvagem: o andador! Deus me ajude!!!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

BOAS FESTAS!










Boas Festas a todos os meus amigos do blog!

Abraços,
Sônia

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

tempo de muletas









Ficarei um tempo sem publicar no blog, mas espero que a experiência pela qual estou passando possa render um texto puxado a bom humor. Por enquanto faço um "break", aguardando dias mais agradáveis.

(sempre poderia ter sido pior) :)


P.S. = não é justo deixar meus amigos sem saberem o que aconteceu comigo. Então tentarei resumir o caso: numa aula de atividade física levei uma queda forte e achei que não houve danos maiores. Sofri com dores por 20 dias até que resolvi fazer uma tomografia: trinquei o colo do femur. Fui ao médico e há uma chance de eu não precisar operar, mas para isso tenho que fazer repouso absoluto por 30 dias para ver se o osso "cola". 

Agora vou perder a cerimônia e pedir aos meus amigos que rezem para que esse tratamento alternativo (muletas e repouso) seja suficiente para o sucesso esperado. Cirurgia já fiz muitas, mas quanto mais a idade vai avançando, aumentam também os riscos.

Andar de muletas sem colocar um pé no chão o tempo todo não é fácil!!! Acho que vou buscar emprego num circo depois dessa...

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

um antúrio que sobe pelas paredes



foto da internet (autor desconhecido)




Uma vez eu vi uma casa que me impressionou muito por um detalhe. Suas paredes por dentro eram pintadas de branco e por elas subia, nos cantos, uma folhagem de um verde escuro que começava no chão, subia até o teto e continuava seu caminho pelo ângulo entre o teto e a  parede. O efeito que isso fez em mim foi tão forte que desde aquele dia (eu devia ser adolescente) prometi a mim mesma que "felicidade era ter uma sala com aquela planta subindo pelas paredes". 

Hoje, forçando a memória, não consigo me lembrar em que lugar vi essa casa ( talvez numa praia) e nem de sua proprietária ou proprietário . Para mim era o máximo da felicidade ter aquela arte natural feita pela planta nos ângulos daquela sala. 

Não encontrei a folhagem a que me referi no texto, mas era mais ou menos como a da foto, só que as folhas eram mais estreitas, sem as estrias brancas.

Fica a recordação, mas eu achar essa planta volto aqui para postar a foto.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

bom conselho






Nunca bases tus decisiones de vida em los consejos de personas que no tienem que lidiar con los resultados". 

sábado, 16 de novembro de 2013

Nosso lugar de força


Há muitos anos li esse livro e fiquei fascinada, na época. Não sei que efeito me faria agora. Só me lembro que algumas coisas ficaram fortemente registradas na memória. Lembro-me de que Castañeda falava a respeito de um local sagrado, onde era preciso estar de tempos em tempos para se adquirir uma força extraordinária. Esse lugar teria que ser descoberto com a ajuda do mestre e havia muito trabalho interior a ser feito para se saber qual era "o seu lugar de força". 

Tenho visto no comportamento de minha cachorrinha (a quem no post anterior me referi como uma "enviada por Deus") alguma coisa relacionada a esse "lugar sagrado de força". 

Desde que me mudei para este endereço há uma preferência dela por um local que fica sob as escadas dos fundos da garagem, que dão acesso às dependências onde cada morador tem direito a um espaço para guardar suas "tranqueiras". 

Sob a escada houve uma tentativa de plantar grama, mas por não tomar sol direto a grama transformou-se numa palha seca, que mais lembra a manjedoura do Menino Jesus. Minha cachorrinha escolheu um lugarzinho nesse tapete de grama seca e de vez em quando me guia até lá e deita-se num cantinho. É sempre o mesmo cantinho. Eu fico sentada num dos degraus da escadaria esperando ela "curtir" um pouco aquilo.

Bem, hoje pela primeira vez ela me chamou, fazendo sinal com a cabecinha para descer. Eu estava esquentando meu almoço mas desci até a garagem, vi que ela ficou por ali. Subi novamente e minutos mais tarde cadê a Juju? Fui direto à "manjedoura" da menina e ela estava lá, numa boa, pela primeira vez sozinha, sem contar com minha companhia. 

Acho que ela encontrou "seu lugar sagrado de força". ! Oxalá!

presente de Deus

Nunca senti Deus manifestado tão nitidamente em alguém como na minha cachorrinha. Ela me comove e me convence de que o amor existe da forma como eu entendo que deve ser o amor.
Estou preenchida de bençãos. Não necessito de mais nada.