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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

MEUS AMIGOS, OS LIVROS!

Quando não há UM SÓ programa na TV que interessa, nada como ter um livro recém chegado, de um escritor que eu gosto muito, Vergílio Ferreira. O livro chama-se Até ao Fim. Vou aninhar-me e viajar por suas páginas. Abençoado o dia em que minha mãe incentivou-me na leitura, aos 6 anos de idade. Desde então não encontrei ainda melhores amigos do que alguns escritores queridos, que me fazem companhia quando necessito deles!





imagem: daqui

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Futurologia

Do jeito como andam as coisas dá pra sentir que o futuro parece mais próximo agora do que antes. Percebe-se que o que vem pela frente não é nada fácil de se elaborar. Hoje em dia é possivel a qualquer um arriscar-se a futurólogo, sente-se que estamos penetrando no futuro como se tivéssemos dons especiais. Mas não é isso. É que as evidências são tantas e tão fortes que chegam a invadir o presente, por não caberem no tempo que virá. O futuro, como um doente que não se contém em seu leito, precisa invadir o agora, como um intruso indesejado, para mostrar sua cara insana a todos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

PRECOCIDADE





A certa idade, que varia segundo as pessoas mas que se situa por volta dos quarenta, a vida começa a parecer-nos insípida, lenta, estéril, sem atractivos, repetitiva, como se cada dia não fosse senão o plágio do anterior. Algo em nós se apaga: entusiasmo, energia, capacidade de fazer planos, espírito de aventura ou simplesmente apetite de prazer, de invenção ou de risco. É o momento de fazer uma paragem, reconsiderar a vida sob todos os seus aspectos e tentar tirar partido das suas fraquezas. Momento de suprema eleição, pois trata-se, na realidade, de escolher entre a sabedoria e a estupidez.

Julio Ramón Ribeyro, in Prosas Apátridas, trad. Tiago Szabo, Edições Ahab, Abril de 2011, p. 67.
 

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sábado, 31 de dezembro de 2011

THE PLEASURE OF TRANSCENDING REALITY

Curling up with a book and a cup of tea is one of the simplest ways we can remove ourselves from the confines of reality in order to immerse ourselves in the drama and intrigue of the unfamiliar.







from: DailyOn daily messages

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

SONHOS E MAIS SONHOS

Resultado de imagem para sonhos


                                                                           (imagem da internet)






Sonhos e mais sonhos. Por não ser uma pessoa que vivo sonhando acordada, meus sonhos enquanto dormindo têm sido constantes.
Essa noite sonhei dois episódios curtos e distintos:
1) 3 mulheres loiras jovens, vestidas como paraquedistas, no telhado da casa onde morei por 20 anos em Santos, tinham intenção de rolar telhado abaixo. Eu, no terraço dos fundos da casa, percebia a intenção delas e fiquei com medo que morressem na queda, pois a altura não era suficiente para que os para-quedas se abrissem. Começaram a rolar, nesse momento a altura da casa ficou maior, digamos a de um prédio de 3 andares, e eis que elas vêem rolando telhado abaixo e caem no quintal do vizinho. As 3 sobreviveram sem ferimentos, demorando um pouco para se movimentar, mas aparentemente sem lesão alguma.
2) Um segundo antes de acordar sonhei que foi deflagrada guerra nos países árabes, numa dimensão assustadora.

Nem Freud explica...

imagem: www.photo.net.com


domingo, 25 de dezembro de 2011

SENTIMENTOS DE FINAL DE ANO...

Nostalgia é a angústia com uma gota de mel. Não sei qual das duas é pior!




imagem: photo.net.com

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

NOS SONHOS TUDO É POSSIVEL, ATÉ O IMPOSSIVEL





Os sonhos existem para nos deixar sem parâmetros de análise da mente humana. Reparei que há um fator recorrente em meus sonhos. Sempre que estou às voltas em alguma missão,  dificuldades me surpreendem no meio dos acontecimentos, interrompendo a tarefa.
Hoje andava eu de bicicleta por uma avenida que mais parecia uma rodovia, longa e sinalizada, e lá ia eu sem sentir ao menos cansaço, ao encontro de um objetivo qualquer, que no sonho não ficou claro. A uma certa altura, a estrada se bifurcava e eu percebi que escolhi exatamente a opção errada. Parei para fazer a volta, eis que olho para o pneu da bicicleta e vi que estava vazio. Interessante que por mais que tudo isso tenha sido desanimador, eu sempre vejo uma saída nos sonhos. Levanto os olhos em busca de solução e vejo um posto de combustivel a uns 200 metros. Só que desta vez acordei antes de saber se cheguei ao posto.


O interessante é perceber os dois aspectos (positivo e negativo) marcantes do sonho:

1) eu andar de bicicleta em situação de risco (numa estrada movimentada)  sem sentir cansaço é algo a considerar como um desafio.

2) as "pedras" no meio do caminho (sempre algo interfere no processo da busca em realizar algo) fariam inveja ao poeta Drummond!