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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

gosto dos mestres sufis


Esta busca de si-mesmo,ou do Si, não pode estar limitada à duração relativamente curta de uma terapia; é trabalho para uma vida. A prova é esta história de Bayazid de Bistam, um dos pais fundadores do sufismo, quando procurado por um visitante. O visitante, não o encontrando, esperou no jardim, depois passou a revistar a casa de ponta a ponta; finalmente encontrou-o num canto e começou a xingá-lo: “Já faz trinta minutos que eu te procurava,e só agora te encontro!” Bayazid lhe responde: “Você teve é muita sorte! Eu, faz trinta anos que eu me procuro, e ainda não me encontrei!”

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

onde passei o último final de semana

parte da cozinha
parte da sala

terracinho onde coloco uma rede e também esqueço da vida lendo (nesse terracinho li toda a obra de Proust)

vista da sala/cozinha

árvores que circundam a casa

meu cantinho de leitura...

cadeira onde fico por horas a ler antes de dormir. Não levo nem deixo TV na casa.






Esse portão parece aquele da piada do hospício: os loucos resolveram fugir do hospício, viram que o portão estava aberto, mas resolveram pular o muro...rs Aqui não há muro, então eles teriam que sair abrindo o portão, hahaha...


antes de voltar, uma foto da praia ao entardecer

flor do shopping de Boiçucanga








sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

KAFKA, MEU QUERIDO KAFKA!!!


TRECHOS DO LIVRO KAFKA: PRÓ E CONTRA, , DE GUNTHER ANDERS


PG. 24 – Sua visão do mundo é, até certo ponto, contaminada por esta múltipla condição de não-pertencer ; ora fica no primeiro plano de sua idéia do mundo êste grupo substancial do qual não participa, ora aquêle – ainda que em geral “mundo”signifique o todo daquilo em que êle não está, ou seja, o mundo do poder.

Pg. 30 – Quem não habita o mundo não tem hábitos e entende os costumes como decretos.

Pg. 33 – Quem não sabe a que lugar pertence também não sabe a quem está obrigado.
Quando não se sabe a quem se deve ajuda, não se sabe também por que, de quem e de onde se deveria receber ajuda.

Pg. 37 – A única liberdade com que sonha – tanto faz se o Castelo é um sistema de liberdade ou de falta de liberdade – é ser admitido nele.

Pg. 40 – No mundo de Kafka as fúrias se antecipam ao crime.
Existe a inversão de culpa e a paralização do tempo.
Kafka não se sente preso por dentro, mas por fora.
Kafka pode inverter a sequência de causa e efeito: por exemplo, o romance O Processo, começa com uma acusação, que permanece totalmente vazia, mas que arrasta o acusado para a culpa.
A punição, portanto, se antecipa cronologicamente ao crime.

p. 68 – A linguagem de Kafka é elevada porque é mais sóbria que a linguagem quotidiana.
Sua linguagem permanece num único plano. Seu tom alienante transforma homens e coisas numa espécie de nature morte e impele-as no ar fino de uma “distância”sem aura.

p. 89 – A dúvida constante impede que expresse jamais um pronunciamento em forma real de tese. E por mais absurdo que possa soar: exatamente essa exclusão de um pronunciamento nítido, o eterno “talvez sim, talvez não”dá às suas afirmações a forma desesperada de obras-de-arte. Se tivesse sabido inequivocamente em que direção estava sua saída, teria valido “apenas”como crente, indicador de caminhos ou escritor partidário. Mas uma vez que duvida desesperadamente, uma vez que não “diz qual a sua opinião”(porque não sabe qual é a sua opinião), permanece sempre naquela dimensão de neutralidade, que estamos habituados a considerar como dimensão dos pronunciamentos artísticos – só que nele, essa neutralidade não indica que se tenha recolhido à “torre de marfim”mas que está encerrado numa torre.
A oração de quem, descrente, ora, torna-se poema.

Pg. 95 – Kafka não quer construir o paraíso, mas entrar nele. Não é um teólogo judeu, mas um teólogo da existência judaica.
Êle vê sua condição de judeu – cristamente. É um teólogo cristianizante da existência judaica.

Pg. 99 – A Ausência de natureza em Kafka resulta do fato de que, para êle, o mundo está totalmente – mais: totalitariamente institucionalizado, ou seja, não há mais aquele saldo vacante e inaproveitado que nós costumamos reverenciar ou fruir como “natureza”.

p. 103 – Êle é como um homem que esquia no cascalho, para provar, com cambalhotas e arranhões, àqueles que pretendem que o cascalho é neve, que não se trata, realmente, de outra coisa senão cascalho. Mas aqueles que o viram esquiar no cascalho acreditaram ver sair neve de baixo dos seus esquis. E ele também.
Ele também: nisso reside sua culpa: não estava à altura de sua própria aventura colossalmente irônica.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Boas Festas

Boas Festas a todos os que passarem por aqui!!!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Ilhabela II

terraço da casa da Chris (amiga) em Ilhabela eu no quintal da casa da Chris

vista do terraço

vista do terraço



parte sul da Ilhabela



cachoeira 3 tombos, na praia do Perequê, (parte norte da ilha)







praia da parte sul da ilha













igrejinha (parte sul)







(mesma igreja de outro ângulo










vista do terraço



Amigos, postei mais algumas fotos da Ilhabela para o Dédalus e também para que todos possam ver lugares muito lindos por aqui para serem desfrutados. Passei o penúltimo final de semana na Ilhabela e aproveitei para ir ao centrinho, onde há um lugar muito aconchegante, o Café das Letras, com ótimo cafèzinho, livros e DVDs para se consultar e comprar, tudo num ambiente descontraído e tranquilo.









quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Ilhabela















































































sexta-feira, 12 de setembro de 2008

continuação fotos casa Tânia

eu Tânia

sala visita

vista do quarto




vista do quarto



quarto de hóspedes





artesanato feito pela Tânia







hall da escada





banheiro de hóspedes









quarto de hóspedes









vista parcial piscina